Salmos 26; Salmos 40; Salmos 58; Salmos 61; Salmos 62; Salmos 64

1 Julga-me, ó Senhor, pois tenho andado na minha integridade; no Senhor tenho confiado sem vacilar. 2 Examina-me, Senhor, e prova-me; esquadrinha o meu coração e a minha mente. 3 Pois a tua benignidade está diante dos meus olhos, e tenho andado na tua verdade. 4 Não me tenho assentado com homens falsos, nem associo com dissimuladores. 5 Odeio o ajuntamento de malfeitores; não me sentarei com os ímpios. 6 Lavo as minhas mãos na inocência; e assim, ó Senhor, me acerco do teu altar, 7 para fazer ouvir a voz de louvor, e contar todas as tuas maravilhas. 8 Ó Senhor, eu amo o recinto da tua casa e o lugar onde permanece a tua glória. 9 Não colhas a minha alma com a dos pecadores, nem a minha vida a dos homens sanguinolentos, 10 em cujas mãos há malefício, e cuja destra está cheia de subornos. 11 Quanto a mim, porém, ando na minha integridade; resgata-me e tem compaixão de mim. 12 O meu pé está firme em terreno plano; nas congregações bendirei ao Senhor.
1 Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. 2 Também me tirou duma cova de destruição, dum charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. 3 Pôs na minha boca um cântico novo, um hino ao nosso Deus; muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor. 4 Bem-aventurado o homem que faz do Senhor a sua confiança, e que não atenta para os soberbos nem para os apóstatas mentirosos. 5 Muitas são, Senhor, Deus meu, as maravilhas que tens operado e os teus pensamentos para conosco; ninguém há que se possa comparar a ti; eu quisera anunciá-los, e manifestá-los, mas são mais do que se podem contar. 6 Sacrifício e oferta não desejas; abriste-me os ouvidos; holocauto e oferta de expiação pelo pecado não reclamaste. 7 Então disse eu: Eis aqui venho; no rolo do livro está escrito a meu respeito: 8 Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. 9 Tenho proclamado boas-novas de justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios; 10 Não ocultei dentro do meu coração a tua justiça; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação; não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade. 11 Não detenhas para comigo, Senhor a tua compaixão; a tua benignidade e a tua fidelidade sempre me guardem. 12 Pois males sem número me têm rodeado; as minhas iniqüidades me têm alcançado, de modo que não posso ver; são mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça, pelo que desfalece o meu coração. 13 Digna-te, Senhor, livra-me; Senhor, apressa-te em meu auxílio. 14 Sejam � uma envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me desejam o mal. 15 Desolados sejam em razão da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah! 16 Regozijem-se e alegrem-se em ti todos os que te buscam. Digam continuamente os que amam a tua salvação: Engrandecido seja o Senhor. 17 Eu, na verdade, sou pobre e necessitado, mas o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó Deus meu.
1 Falais deveras o que é reto, vós os poderosos? Julgais retamente, ó filhos dos homens? 2 Não, antes no coração forjais iniqüidade; sobre a terra fazeis pesar a violência das vossas mãos. 3 Alienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, proferindo mentiras. 4 Têm veneno semelhante ao veneno da serpente; são como a víbora surda, que tapa os seus ouvidos, 5 de sorte que não ouve a voz dos encantadores, nem mesmo do encantador perito em encantamento. 6 Ó Deus, quebra-lhes os dentes na sua boca; arranca, Senhor, os caninos aos filhos dos leões. 7 Sumam-se como águas que se escoam; sejam pisados e murcham como a relva macia. 8 Sejam como a lesma que se derrete e se vai; como o aborto de mulher, que nunca viu o sol. 9 Que ele arrebate os espinheiros antes que cheguem a aquecer as vossas panelas, assim os verdes, como os que estão ardendo. 10 O justo se alegrará quando vir a vingança; lavará os seus pés no sangue do ímpio. 11 Então dirão os homens: Deveras há uma recompensa para o justo; deveras há um Deus que julga na terra.
1 Ouve, ó Deus, o meu clamor; atende � minha oração. 2 Desde a extremidade da terra clamo a ti, estando abatido o meu coração; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. 3 Pois tu és o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo. 4 Deixa-me habitar no teu tabernáculo para sempre; dá que me abrigue no esconderijo das tuas asas. 5 Pois tu, ó Deus, ouviste os meus votos; deste-me a herança dos que temem o teu nome. 6 Prolongarás os dias do rei; e os seus anos serão como muitas gerações. 7 Ele permanecerá no trono diante de Deus para sempre; faze que a benignidade e a fidelidade o preservem. 8 Assim cantarei louvores ao teu nome perpetuamente, para pagar os meus votos de dia em dia.
1 Somente em Deus espera silenciosa a minha alma; dele vem a minha salvação. 2 Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é ele a minha fortaleza; não serei grandemente abalado. 3 Até quando acometereis um homem, todos vós, para o derrubardes, como a um muro pendido, uma cerca prestes a cair? 4 Eles somente consultam como derrubá-lo da sua alta posição; deleitam-se em mentiras; com a boca bendizem, mas no íntimo maldizem. 5 Ó minha alma, espera silenciosa somente em Deus, porque dele vem a minha esperança. 6 Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha fortaleza; não serei abalado. 7 Em Deus está a minha salvação e a minha glória; Deus é o meu forte rochedo e o meu refúgio. 8 Confiai nele, ó povo, em todo o tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio. 9 Certamente que os filhos de Adão são vaidade, e os filhos dos homens são desilusão; postos na balança, subiriam; todos juntos são mais leves do que um sopro. 10 Não confieis na opressão, nem vos vanglorieis na rapina; se as vossas riquezas aumentarem, não ponhais nelas o coração. 11 Uma vez falou Deus, duas vezes tenho ouvido isto: que o poder pertence a Deus. 12 A ti também, Senhor, pertence a benignidade; pois retribuis a cada um segundo a sua obra.
1 Ouve, ó Deus, a minha voz na minha queixa; preserva a minha voz na minha queixa; preserva a minha vida do horror do inimigo. 2 Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do ajuntamento dos que praticam a iniqüidade, 3 os quais afiaram a sua língua como espada, e armaram por suas flechas palavras amargas. 4 Para em lugares ocultos atirarem sobre o íntegro; disparam sobre ele repentinamente, e não temem. 5 Firmam-se em mau intento; falam de armar laços secretamente, e dizem: Quem nos verá? 6 Planejam iniqüidades; ocultam planos bem traçados; pois o íntimo e o coração do homem são inescrutáveis. 7 Mas Deus disparará sobre eles uma seta, e de repente ficarão feridos. 8 Assim serão levados a tropeçar, por causa das suas próprias línguas; todos aqueles que os virem fugirão. 9 E todos os homens temerão, e anunciarão a obra de Deus, e considerarão a obra de Deus, e considerarão prudentemente os seus feitos. 10 O justo se alegrará no Senhor e confiará nele, e todos os de coração reto cantarão louvores.
California - Do Not Sell My Personal Information  California - CCPA Notice