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Cantares de Salomâo 6; Cantares de Salomâo 7; Cantares de Salomâo 8; Gálatas 4

1 Para onde foi o teu amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? para onde se retirou o teu amado, a fim de que o busquemos juntamente contigo? 2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para apascentar o rebanho nos jardins e para colher os lírios. 3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta o rebanho entre os lírios. 4 Formosa és, amada minha, como Tirza, aprazível como Jerusalém, imponente como um exército com bandeiras. 5 Desvia de mim os teus olhos, porque eles me perturbam. O teu cabelo é como o rebanho de cabras que descem pelas colinas de Gileade. 6 Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais cada uma tem gêmeos, e nenhuma delas é desfilhada. 7 As tuas faces são como as metades de uma romã, por detrás do teu véu. 8 Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. 9 Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela e a única de sua mãe, a escolhida da que a deu � luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na. 10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, imponente como um exército com bandeiras? 11 Desci ao jardim das nogueiras, para ver os renovos do vale, para ver se floresciam as vides e se as romanzeiras estavam em flor. 12 Antes de eu o sentir, pôs-me a minha alma nos carros do meu nobre povo. 13 Volta, volta, ó Sulamita; volta, volta, para que nós te vejamos. Por que quereis olhar para a Sulamita como para a dança de Maanaim?
1 Quão formosos são os teus pés nas sandálias, ó filha de príncipe! Os contornos das tuas coxas são como jóias, obra das mãos de artista. 2 O teu umbigo como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre como montão de trigo, cercado de lírios. 3 Os teus seios são como dois filhos gêmeos da gazela. 4 O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto � porta de Bate-Rabim; o teu nariz é como torre do Líbano, que olha para Damasco. 5 A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça como a púrpura; o rei está preso pelas tuas tranças. 6 Quão formosa, e quão aprazível és, ó amor em delícias! 7 Essa tua estatura é semelhante � palmeira, e os teus seios aos cachos de uvas. 8 Disse eu: Subirei � palmeira, pegarei em seus ramos; então sejam os teus seios como os cachos da vide, e o cheiro do teu fôlego como o das maçãs, 9 e os teus beijos como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente, e se escoa pelos lábios e dentes. 10 Eu sou do meu amado, e o seu amor é por mim. 11 Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. 12 Levantemo-nos de manhã para ir �s vinhas, vejamos se florescem as vides, se estão abertas as suas flores, e se as romanzeiras já estão em flor; ali te darei o meu amor. 13 As mandrágoras exalam perfume, e �s nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu os guardei para ti, ó meu amado.
1 Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e não me desprezariam! 2 Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs. 3 A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria. 4 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis nem desperteis o amor, até que ele o queira. 5 Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado? Debaixo da macieira te despertei; ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu � luz. 6 Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço; porque o amor é forte como a morte; o ciúme é cruel como o Seol; a sua chama é chama de fogo, verdadeira labareda do Senhor. 7 As muitas águas não podem apagar o amor, nem os rios afogá- lo. Se alguém oferecesse todos os bens de sua casa pelo amor, seria de todo desprezado. 8 Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? 9 Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. 10 Eu era um muro, e os meus seios eram como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. 11 Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata. 12 A minha vinha que me pertence está diante de mim; tu, ó Salomão, terás as mil peças de prata, e os que guardam o fruto terão duzentas. 13 ç tu, que habitas nos jardins, os companheiros estão atentos para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la: 14 Vem depressa, amado meu, e faze-te semelhante ao gamo ou ao filho da gazela sobre os montes dos aromas.
1 Ora, digo que por todo o tempo em que o herdeiro é menino, em nada difere de um servo, ainda que seja senhor de tudo; 2 mas está debaixo de tutores e curadores até o tempo determinado pelo pai. 3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos � servidão debaixo dos rudimentos do mundo; 4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, 5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. 6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. 7 Portanto já não és mais servo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro por Deus. 8 Outrora, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses; 9 agora, porém, que já conheceis a Deus, ou, melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? 10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. 11 Temo a vosso respeito não haja eu trabalhado em vão entre vós. 12 Irmãos, rogo-vos que vos torneis como eu, porque também eu me tornei como vós. Nenhum mal me fizestes; 13 e vós sabeis que por causa de uma enfermidade da carne vos anunciei o evangelho a primeira vez, 14 e aquilo que na minha carne era para vós uma tentação, não o desprezastes nem o repelistes, antes me recebestes como a um anjo de Deus, mesmo como a Cristo Jesus. 15 Onde está, pois, aquela vossa satisfação? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os vossos olhos, e mos teríeis dado. 16 Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade? 17 Eles vos procuram zelosamente não com bons motivos, mas querem vos excluir, para que zelosamente os procureis a eles. 18 No que é bom, é bom serdes sempre procurados, e não só quando estou presente convosco. 19 Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós; 20 eu bem quisera estar presente convosco agora, e mudar o tom da minha voz; porque estou perplexo a vosso respeito. 21 Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei? 22 Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. 23 Todavia o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. 24 O que se entende por alegoria: pois essas mulheres são dois pactos; um do monte Sinai, que dá � luz filhos para a servidão, e que é Agar. 25 Ora, esta Agar é o monte Sinai na Arábia e corresponde � Jerusalém atual, pois é escrava com seus filhos. 26 Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é nossa mãe. 27 Pois está escrito: Alegra-te, estéril, que não dás � luz; esforça-te e clama, tu que não estás de parto; porque mais são os filhos da desolada do que os da que tem marido. 28 Ora vós, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque. 29 Mas, como naquele tempo o que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim é também agora. 30 Que diz, porém, a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre. 31 Pelo que, irmãos, não somos filhos da escrava, mas da livre.