Salmos 6; Salmos 8; Salmos 9; Salmos 10; Salmos 14; Salmos 16; Salmos 19; Salmos 21

1 Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor. 2 Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados. 3 Também a minha alma está muito perturbada; mas tu, Senhor, até quando?... 4 Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua misericórdia. 5 Pois na morte não há lembrança de ti; no Seol quem te louvará? 6 Estou cansado do meu gemido; toda noite faço nadar em lágrimas a minha cama, inundo com elas o meu leito. 7 Os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e enfraquecem por causa de todos os meus inimigos. 8 Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto. 9 O Senhor já ouviu a minha súplica, o Senhor aceita a minha oração. 10 Serão envergonhados e grandemente perturbados todos os meus inimigos; tornarão atrás e subitamente serão envergonhados.
1 Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, tu que puseste a tua glória dos céus! 2 Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador. 3 Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, 4 que é o homem, para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? 5 Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e de honra o coroaste. 6 Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: 7 todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, 8 as aves do céu, e os peixes do mar, tudo o que passa pelas veredas dos mares. 9 Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra!
1 Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. 2 Em ti me alegrarei e exultarei; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo; 3 porquanto os meus inimigos retrocedem, caem e perecem diante de ti. 4 Sustentaste o meu direito e a minha causa; tu te assentaste no tribunal, julgando justamente. 5 Repreendeste as nações, destruíste os ímpios; apagaste o seu nome para sempre e eternamente. 6 Os inimigos consumidos estão; perpétuas são as suas ruínas. 7 Mas o Senhor está entronizado para sempre; preparou o seu trono para exercer o juízo. 8 Ele mesmo julga o mundo com justiça; julga os povos com eqüidade. 9 O Senhor é também um alto refúgio para o oprimido, um alto refúgio em tempos de angústia. 10 Em ti confiam os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, não abandonas aqueles que te buscam. 11 Cantai louvores ao Senhor, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos. 12 Pois ele, o vingador do sangue, se lembra deles; não se esquece do clamor dos aflitos. 13 Tem misericórdia de mim, Senhor; olha a aflição que sofro daqueles que me odeiam, tu que me levantas das portas da morte. 14 para que eu conte todos os teus louvores nas portas da filha de Sião e me alegre na tua salvação. 15 Afundaram-se as nações na cova que abriram; na rede que ocultaram ficou preso o seu pé. 16 O Senhor deu-se a conhecer, executou o juízo; enlaçado ficou o ímpio nos seus próprios feitos. 17 Os ímpios irão para o Seol, sim, todas as nações que se esquecem de Deus. 18 Pois o necessitado não será esquecido para sempre, nem a esperança dos pobres será frustrada perpetuamente. 19 Levanta-te, Senhor! Não prevaleça o homem; sejam julgadas as nações na tua presença! 20 Senhor, incute-lhes temor! Que as nações saibam que não passam de meros homens!
1 Por que te conservas ao longe, Senhor? Por que te escondes em tempos de angústia? 2 Os ímpios, na sua arrogância, perseguem furiosamente o pobre; sejam eles apanhados nas ciladas que maquinaram. 3 Pois o ímpio gloria-se do desejo do seu coração, e o que é dado � rapina despreza e maldiz o Senhor. 4 Por causa do seu orgulho, o ímpio não o busca; todos os seus pensamentos são: Não há Deus. 5 Os seus caminhos são sempre prósperos; os teus juízos estão acima dele, fora da sua vista; quanto a todos os seus adversários, ele os trata com desprezo. 6 Diz em seu coração: Não serei abalado; nunca me verei na adversidade. 7 A sua boca está cheia de imprecações, de enganos e de opressão; debaixo da sua língua há malícia e iniqüidade. 8 Põe-se de emboscada nas aldeias; nos lugares ocultos mata o inocente; os seus olhos estão de espreita ao desamparado. 9 Qual leão no seu covil, está ele de emboscada num lugar oculto; está de emboscada para apanhar o pobre; apanha-o, colhendo-o na sua rede. 10 Abaixa-se, curva-se; assim os desamparados lhe caem nas fortes garras. 11 Diz ele em seu coração: Deus se esqueceu; cobriu o seu rosto; nunca verá isto. 12 Levanta-te, Senhor; ó Deus, levanta a tua mão; não te esqueças dos necessitados. 13 Por que blasfema de Deus o ímpio, dizendo no seu coração: Tu não inquirirás? 14 Tu o viste, porque atentas para o trabalho e enfado, para o tomares na tua mão; a ti o desamparado se entrega; tu és o amparo do órfão. 15 Quebra tu o braço do ímpio e malvado; esquadrinha a sua maldade, até que a descubras de todo. 16 O Senhor é Rei sempre e eternamente; da sua terra perecerão as nações. 17 Tu, Senhor, ouvirás os desejos dos mansos; confortarás o seu coração; inclinarás o teu ouvido, 18 para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem, que é da terra, não mais inspire terror.
1 Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem. 2 O Senhor olhou do céu para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento, que buscasse a Deus. 3 Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um. 4 Acaso não tem conhecimento nem sequer um dos que praticam a iniqüidade, que comem o meu povo como se comessem pão, e que não invocam o Senhor? 5 Achar-se-ão ali em grande pavor, porque Deus está na geração dos justos. 6 Vós quereis frustar o conselho dos pobres, mas o Senhor é o seu refúgio. 7 Oxalá que de Sião viesse a salvação de Israel! Quando o Senhor fizer voltar os cativos do seu povo, então se regozijará Jacó e se alegrará Israel.
1 Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio. 2 Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor; além de ti não tenho outro bem. 3 Quanto aos santos que estão na terra, eles são os ilustres nos quais está todo o meu prazer. 4 Aqueles que escolhem a outros deuses terão as suas dores multiplicadas; eu não oferecerei as suas libações de sangue, nem tomarei os seus nomes nos meus lábios. 5 Tu, Senhor, és a porção da minha herança e do meu cálice; tu és o sustentáculo do meu quinhão. 6 As sortes me caíram em lugares deliciosos; sim, coube-me uma formosa herança. 7 Bendigo ao Senhor que me aconselha; até os meus rins me ensinam de noite. 8 Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porquanto ele está � minha mão direita, não serei abalado. 9 Porquanto está alegre o meu coração e se regozija a minha alma; também a minha carne habitará em segurança. 10 Pois não deixarás a minha alma no Seol, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. 11 Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; � tua mão direita há delícias perpetuamente.
1 Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. 2 Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. 3 Não há fala, nem palavras; não se lhes ouve a voz. 4 Por toda a terra estende-se a sua linha, e as suas palavras até os consfins do mundo. Neles pôs uma tenda para o sol, 5 que é qual noivo que sai do seu tálamo, e se alegra, como um herói, a correr a sua carreira. 6 A sua saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até a outra extremidade deles; e nada se esconde ao seu calor. 7 A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples. 8 Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos. 9 O temor do Senhor é limpo, e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e inteiramente justos. 10 Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o que goteja dos favos. 11 Também por eles o teu servo é advertido; e em os guardar há grande recompensa. 12 Quem pode discernir os próprios erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos. 13 Também de pecados de presunção guarda o teu servo, para que não se assenhoreiem de mim; então serei perfeito, e ficarei limpo de grande transgressão. 14 Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!
1 Na tua força, ó Senhor, o rei se alegra; e na tua salvação quão grandemente se regozija! 2 Concedeste-lhe o desejo do seu coração, e não lhe negaste a petição dos seus lábios. 3 Pois o proveste de bênçãos excelentes; puseste-lhe na cabeça uma coroa de ouro fino. 4 Vida te pediu, e lha deste, longura de dias para sempre e eternamente. 5 Grande é a sua glória pelo teu socorro; de honra e de majestade o revestes. 6 Sim, tu o fazes para sempre abençoado; tu o enches de gozo na tua presença. 7 Pois o rei confia no Senhor; e pela bondade do Altíssimo permanecerá inabalável. 8 A tua mão alcançará todos os teus inimigos, a tua destra alcançará todos os que te odeiam. 9 Tu os farás qual fornalha ardente quando vieres; o Senhor os consumirá na sua indignação, e o fogo os devorará. 10 A sua prole destruirás da terra, e a sua descendência dentre os filhos dos homens. 11 Pois intentaram o mal contra ti; maquinaram um ardil, mas não prevalecerão. 12 Porque tu os porás em fuga; contra os seus rostos assestarás o teu arco. 13 Exalta-te, Senhor, na tua força; então cantaremos e louvaremos o teu poder.
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