Salmos 37; Salmos 71; Salmos 94

1 Não te enfades por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade. 2 Pois em breve murcharão como a relva, e secarão como a erva verde. 3 Confia no Senhor e faze o bem; assim habitarás na terra, e te alimentarás em segurança. 4 Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. 5 Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. 6 E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu direito como o meio-dia. 7 Descansa no Senhor, e espera nele; não te enfades por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa maus desígnios. 8 Deixa a ira, e abandona o furor; não te enfades, pois isso só leva � prática do mal. 9 Porque os malfeitores serão exterminados, mas aqueles que esperam no Senhor herdarão a terra. 10 Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; atentarás para o seu lugar, e ele ali não estará. 11 Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz. 12 O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes, 13 mas o Senhor se ri do ímpio, pois vê que vem chegando o seu dia. 14 Os ímpios têm puxado da espada e têm entesado o arco, para derrubarem o poder e necessitado, e para matarem os que são retos no seu caminho. 15 Mas a sua espada lhes entrará no coração, e os seus arcos quebrados. 16 Mais vale o pouco que o justo tem, do que as riquezas de muitos ímpios. 17 Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas o Senhor sustém os justos. 18 O Senhor conhece os dias dos íntegros, e a herança deles permanecerá para sempre. 19 Não serão envergonhados no dia do mal, e nos dias da fome se fartarão. 20 Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do Senhor serão como a beleza das pastagens; desaparecerão, em fumaça se desfarão. 21 O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá. 22 Pois aqueles que são abençoados pelo Senhor herdarão a terra, mas aqueles que são por ele amaldiçoados serão exterminados. 23 Confirmados pelo Senhor são os passos do homem em cujo caminho ele se deleita; 24 ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor lhe segura a mão. 25 Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão. 26 Ele é sempre generoso, e empresta, e a sua descendência é abençoada. 27 Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada permanente. 28 Pois o Senhor ama a justiça e não desampara os seus santos. Eles serão preservados para sempre, mas a descendência dos ímpios será exterminada. 29 Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre. 30 A boca do justo profere sabedoria; a sua língua fala o que é reto. 31 A lei do seu Deus está em seu coração; não resvalarão os seus passos. 32 O ímpio espreita o justo, e procura matá-lo. 33 O Senhor não o deixará nas mãos dele, nem o condenará quando for julgado. 34 Espera no Senhor, e segue o seu caminho, e ele te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem exterminados. 35 Vi um ímpio cheio de prepotência, e a espalhar-se como a árvore verde na terra natal. 36 Mas eu passei, e ele já não era; procurei-o, mas não pôde ser encontrado. 37 Nota o homem íntegro, e considera o reto, porque há para o homem de paz um porvir feliz. 38 Quanto aos transgressores, serão � uma destruídos, e a posteridade dos ímpios será exterminada. 39 Mas a salvação dos justos vem do Senhor; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia. 40 E o Senhor os ajuda e os livra; ele os livra dos ímpios e os salva, porquanto nele se refugiam.
1 Em ti, Senhor, me refugio; nunca seja eu confundido. 2 Na tua justiça socorre-me e livra-me; inclina os teus ouvidos para mim, e salva-me. 3 Sê tu para mim uma rocha de refúgio a que sempre me acolha; deste ordem para que eu seja salvo, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza. 4 Livra-me, Deus meu, da mão do ímpio, do poder do homem injusto e cruel, 5 Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade. 6 Em ti me tenho apoiado desde que nasci; tu és aquele que me tiraste das entranhas de minha mãe. O meu louvor será teu constantemente. 7 Sou para muitos um assombro, mas tu és o meu refúgio forte. 8 A minha boca se enche do teu louvor e da tua glória continuamente. 9 Não me enjeites no tempo da velhice; não me desampares, quando se forem acabando as minhas forças. 10 Porque os meus inimigos falam de mim, e os que espreitam a minha vida consultam juntos, 11 dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre. 12 Ó Deus, não te alongues de mim; meu Deus, apressa-te em socorrer-me. 13 Sejam envergonhados e consumidos os meus adversários; cubram-se de opróbrio e de confusão aqueles que procuram o meu mal. 14 Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais. 15 A minha boca falará da tua justiça e da tua salvação todo o dia, posto que não conheça a sua grandeza. 16 Virei na força do Senhor Deus; farei menção da tua justiça, da tua tão somente. 17 Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas. 18 Agora, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros. 19 A tua justiça, ó Deus, atinge os altos céus; tu tens feito grandes coisas; ó Deus, quem é semelhante a ti? 20 Tu, que me fizeste ver muitas e penosas tribulações, de novo me restituirás a vida, e de novo me tirarás dos abismos da terra. 21 Aumentarás a minha grandeza, e de novo me consolarás. 22 Também eu te louvarei ao som do saltério, pela tua fidelidade, ó meu Deus; cantar-te-ei ao som da harpa, ó Santo de Israel. 23 Os meus lábios exultarão quando eu cantar os teus louvores, assim como a minha alma, que tu remiste. 24 Também a minha língua falará da tua justiça o dia todo; pois estão envergonhados e confundidos aqueles que procuram o meu mal.
1 Ó Senhor, Deus da vingança, ó Deus da vingança, resplandece! 2 Exalta-te, ó juiz da terra! dá aos soberbos o que merecem. 3 Até quando os ímpios, Senhor, até quando os ímpios exultarão? 4 Até quando falarão, dizendo coisas arrogantes, e se gloriarão todos os que praticam a iniqüidade? 5 Esmagam o teu povo, ó Senhor, e afligem a tua herança. 6 Matam a viúva e o estrangeiro, e tiram a vida ao órfão. 7 E dizem: O Senhor não vê; o Deus de Jacó não o percebe. 8 Atendei, ó néscios, dentre o povo; e vós, insensatos, quando haveis de ser sábios? 9 Aquele que fez ouvido, não ouvirá? ou aquele que formou o olho, não verá? 10 Porventura aquele que disciplina as nações, não corrigirá? Aquele que instrui o homem no conhecimento, 11 o Senhor, conhece os pensamentos do homem, que são vaidade. 12 Bem-aventurado é o homem a quem tu repreendes, ó Senhor, e a quem ensinas a tua lei, 13 para lhe dares descanso dos dias da adversidade, até que se abra uma cova para o ímpio. 14 Pois o Senhor não rejeitará o seu povo, nem desamparará a sua herança. 15 Mas o juízo voltará a ser feito com justiça, e hão de segui-lo todos os retos de coração. 16 Quem se levantará por mim contra os malfeitores? quem se porá ao meu lado contra os que praticam a iniqüidade? 17 Se o Senhor não tivesse sido o meu auxílio, já a minha alma estaria habitando no lugar do silêncio. 18 Quando eu disse: O meu pé resvala; a tua benignidade, Senhor, me susteve. 19 Quando os cuidados do meu coração se multiplicam, as tuas consolações recreiam a minha alma. 20 Pode acaso associar-se contigo o trono de iniqüidade, que forja o mal tendo a lei por pretexto? 21 Acorrem em tropel contra a vida do justo, e condenam o sangue inocente. 22 Mas o Senhor tem sido o meu alto retiro, e o meu Deus a rocha do meu alto retiro, e o meu Deus a rocha do meu refúgio. 23 Ele fará recair sobre eles a sua própria iniqüidade, e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá.
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