Salmos 32; Salmos 51; Salmos 86; Salmos 122

1 Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. 2 Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. 3 Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. 4 Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. 5 Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. 6 Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no trasbordar de muitas águas, estas e ele não chegarão. 7 Tu és o meu esconderijo; preservas-me da angústia; de alegres cânticos de livramento me cercas. 8 Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; aconselhar-te-ei, tendo-te sob a minha vista. 9 Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio; de outra forma não se sujeitarão. 10 O ímpio tem muitas dores, mas aquele que confia no Senhor, a misericórdia o cerca. 11 Alegrai-vos no Senhor, e regozijai-vos, vós justos; e cantai de júbilo, todos vós que sois retos de coração.
1 Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas tansgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. 2 Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. 3 Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4 Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares. 5 Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concedeu minha mãe. 6 Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. 7 Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. 8 Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. 9 Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. 10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. 11 Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. 12 Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. 13 Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e pecadores se converterão a ti. 14 Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua cantará alegremente a tua justiça. 15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca proclamará o teu louvor. 16 Pois tu não te comprazes em sacrifícios; se eu te oferecesse holocaustos, tu não te deleitarias. 17 O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. 18 Faze o bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém. 19 Então te agradarás de sacrifícios de justiça dos holocaustos e das ofertas queimadas; então serão oferecidos novilhos sobre o teu altar.
1 Inclina, Senhor, os teus ouvidos, e ouve-me, porque sou pobre e necessitado. 2 Preserva a minha vida, pois sou piedoso; o Deus meu, salva o teu servo, que em ti confia. 3 Compadece-te de mim, ó Senhor, pois a ti clamo o dia todo. 4 Alegra a alma do teu servo, pois a ti, Senhor, elevo a minha alma. 5 Porque tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com todos os que te invocam. 6 Dá ouvidos, Senhor, � minha oração, e atende � voz das minhas súplicas. 7 No dia da minha angústia clamo a ti, porque tu me respondes. 8 Entre os deuses nenhum há semelhante a ti, Senhor, nem há obras como as tuas. 9 Todas as nações que fizeste virão e se prostrarão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome. 10 Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe o meu coração para temer o teu nome. 11 Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, de todo o meu coração, e glorificarei o teu nome para sempre. 12 Pois grande é a tua benignidade para comigo, e livraste a minha alma das profundezas do Seol. 13 Pois grande é a tua benignidade para comigo, e livraste a minha alma das profundezas do Seol. 14 Ó Deus, os soberbos têm-se levantado contra mim, e um bando de homens violentos procura tirar-me a vida; eles não te puseram diante dos seus olhos. 15 Mas tu, Senhor, és um Deus compassivo e benigno, longânimo, e abundante em graça e em fidelidade. 16 Volta-te para mim, e compadece-te de mim; dá a tua força ao teu servo, e a salva o filho da tua serva. 17 Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam aqueles que me odeiam, e sejam envergonhados, por me haveres tu, Senhor, ajuntado e confortado.
1 Alegrei-me quando me disseram: Vamos � casa do Senhor. 2 Os nossos pés estão parados dentro das tuas portas, ó Jerusalém! 3 Jerusalém, que és edificada como uma cidade compacta, 4 aonde sobem as tribos, as tribos do Senhor, como testemunho para Israel, a fim de darem graças ao nome do Senhor. 5 Pois ali estão postos os tronos de julgamento, os tronos da casa de Davi. 6 Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam. 7 Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios. 8 Por causa dos meus irmãos e amigos, direi: Haja paz dentro de ti. 9 Por causa da casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o teu bem.
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