Salmos 51; Salmos 52; Salmos 53; Salmos 54; Salmos 55; Salmos 56; Salmos 57

1 Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas tansgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. 2 Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. 3 Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4 Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares. 5 Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concedeu minha mãe. 6 Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. 7 Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. 8 Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. 9 Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. 10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. 11 Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. 12 Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário. 13 Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e pecadores se converterão a ti. 14 Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua cantará alegremente a tua justiça. 15 Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca proclamará o teu louvor. 16 Pois tu não te comprazes em sacrifícios; se eu te oferecesse holocaustos, tu não te deleitarias. 17 O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. 18 Faze o bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém. 19 Então te agradarás de sacrifícios de justiça dos holocaustos e das ofertas queimadas; então serão oferecidos novilhos sobre o teu altar.
1 Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso? pois a bondade de Deus subsiste em todo o tempo. 2 A tua língua maquina planos de destruição, como uma navalha afiada, ó tu que usas de dolo. 3 Tu amas antes o mal do que o bem, e o mentir do que o falar a verdade. 4 Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta. 5 Também Deus te esmagará para sempre; arrebatar-te-á e arrancar-te-á da tua habitação, e desarraigar-te-á da terra dos viventes. 6 Os justos o verão e temerão; e se rirão dele, dizendo: 7 Eis aqui o homem que não tomou a Deus por sua fortaleza; antes confiava na abundância das suas riquezas, e se fortalecia na sua perversidade. 8 Mas eu sou qual oliveira verde na casa de Deus; confio na bondade de Deus para sempre e eternamente. 9 Para sempre te louvarei, porque tu isso fizeste, e proclamarei o teu nome, porque é bom diante de teus santos.
1 Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem. 2 Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há algum que tenha entendimento, que busque a Deus. 3 Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um. 4 Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniqüidade, os quais comem o meu povo como se comessem pão, e não invocam a Deus? 5 Eis que eles se acham em grande pavor onde não há motivo de pavor, porque Deus espalhará os ossos daqueles que se acampam contra ti; tu os confundirás, porque Deus os rejeitou. 6 Oxalá que de Sião viesse a salvação de Israel! Quando Deus fizer voltar os cativos do seu povo, então se regozijará Jacó e se alegrará Israel.
1 Salva-me, ó Deus, pelo teu nome, e faze-me justiça pelo teu poder. 2 Ó Deus, ouve a minha oração, dá ouvidos �s palavras da minha boca. 3 Porque homens insolentes se levantam contra mim, e violentos procuram a minha vida; eles não põem a Deus diante de si. 4 Eis que Deus é o meu ajudador; o Senhor é quem sustenta a minha vida. 5 Faze recair o mal sobre os meus inimigos; destrói-os por tua verdade. 6 De livre vontade te oferecerei sacrifícios; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque é bom. 7 Porque tu me livraste de toda a angústia; e os meus olhos viram a ruína dos meus inimigos.
1 Dá ouvidos, ó Deus, � minha oração, e não te escondas da minha súplica. 2 Atende-me, e ouve-me; agitado estou, e ando perplexo, 3 por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois lançam sobre mim iniqüidade, e com furor me perseguem. 4 O meu coração confrange-se dentro de mim, e terrores de morte sobre mim caíram. 5 Temor e tremor me sobrevêm, e o horror me envolveu. 6 Pelo que eu disse: Ah! quem me dera asas como de pomba! então voaria, e encontraria descanso. 7 Eis que eu fugiria para longe, e pernoitaria no deserto. 8 Apressar-me-ia a abrigar-me da fúria do vento e da tempestade. 9 Destrói, Senhor, confunde as suas línguas, pois vejo violência e contenda na cidade. 10 Dia e noite andam ao redor dela, sobre os seus muros; também iniqüidade e malícia estão no meio dela. 11 Há destruição lá dentro; opressão e fraude não se apartam das suas ruas. 12 Pois não é um inimigo que me afronta, então eu poderia suportá-lo; nem é um adversário que se exalta contra mim, porque dele poderia esconder-me; 13 mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu amigo íntimo. 14 Conservávamos juntos tranqüilamente, e em companhia andávamos na casa de Deus. 15 A morte os assalte, e vivos desçam ao Seol; porque há maldade na sua morada, no seu próprio íntimo. 16 Mas eu invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. 17 De tarde, de manhã e ao meio-dia me queixarei e me lamentarei; e ele ouvirá a minha voz. 18 Livrará em paz a minha vida, de modo que ninguém se aproxime de mim; pois há muitos que contendem contra mim. 19 Deus ouvirá; e lhes responderá aquele que está entronizado desde a antigüidade; porque não há neles nenhuma mudança, e tampouco temem a Deus. 20 Aquele meu companheiro estendeu a sua mão contra os que tinham paz com ele; violou o seu pacto. 21 A sua fala era macia como manteiga, mas no seu coração havia guerra; as suas palavras eram mais brandas do que o azeite, todavia eram espadas desembainhadas. 22 Lança o teu fardo sobre o Senhor, e ele te susterá; nunca permitirá que o justo seja abalado. 23 Mas tu, ó Deus, os farás descer ao poço da perdição; homens de sangue e de traição não viverão metade dos seus dias; mas eu em ti confiarei.
1 Compadece-te de mim, ó Deus, pois homens me calcam aos pés e, pelejando, me aflingem o dia todo. 2 Os meus inimigos me calcam aos pés o dia todo, pois são muitos os que insolentemente pelejam contra mim. 3 No dia em que eu temer, hei de confiar em ti. 4 Em Deus, cuja palavra eu lovo, em Deus ponho a minha confiança e não terei medo; 5 Todos os dias torcem as minhas palavras; todos os seus pensamentos são contra mim para o mal. 6 Ajuntam-se, escondem-se, espiam os meus passos, como que aguardando a minha morte. 7 Escaparão eles por meio da sua iniqüidade? Ó Deus, derruba os povos na tua ira! 8 Tu contaste as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro? 9 No dia em que eu te invocar retrocederão os meus inimigos; isto eu sei, que Deus está comigo. 10 Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, 11 em Deus ponho a minha confiança, e não terei medo; que me pode fazer o homem? 12 Sobre mim estão os votos que te fiz, ó Deus; eu te oferecerei ações de graças; 13 pois tu livraste a minha alma da morte. Não livraste também os meus pés de tropeçarem, para que eu ande diante de Deus na luz da vida?
1 Compadece-te de mim, ó Deus, compadece-te de mim, pois em ti se refugia a minha alma; � sombra das tuas asas me refugiarei, até que passem as calamidades. 2 Clamarei ao Deus altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. 3 Ele do céu enviará seu auxílio , e me salvará, quando me ultrajar aquele que quer calçar-me aos pés. Deus enviará a sua misericórdia e a sua verdade. 4 Estou deitado no meio de leões; tenho que deitar-me no meio daqueles que respiram chamas, filhos dos homens, cujos dentes são lanças e flechas, e cuja língua é espada afiada. 5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; seja a tua glória sobre toda a terra. 6 Armaram um laço para os meus passos, a minha alma ficou abatida; cavaram uma cova diante de mim, mas foram eles que nela caíram. 7 Resoluto está o meu coração, ó Deus, resoluto está o meu coração; cantarei, sim, cantarei louvores. 8 Desperta, minha alma; despertai, alaúde e harpa; eu mesmo despertarei a aurora. 9 Louvar-te-ei, Senhor, entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações. 10 Pois a tua benignidade é grande até os céus, e a tua verdade até as nuvens. 11 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e seja a tua glória sobre a terra.
California - Do Not Sell My Personal Information  California - CCPA Notice