Provérbios 16; Provérbios 17; Provérbios 18

1 Ao homem pertencem os planos do coração; mas a resposta da língua é do Senhor. 2 Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos; mas o Senhor pesa os espíritos. 3 Entrega ao Senhor as tuas obras, e teus desígnios serão estabelecidos. 4 O Senhor fez tudo para um fim; sim, até o ímpio para o dia do mal. 5 Todo homem arrogante é abominação ao Senhor; certamente não ficará impune. 6 Pela misericórdia e pela verdade expia-se a iniqüidade; e pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal. 7 Quando os caminhos do homem agradam ao Senhor, faz que até os seus inimigos tenham paz com ele. 8 Melhor é o pouco com justiça, do que grandes rendas com injustiça. 9 O coração do homem propõe o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos. 10 Nos lábios do rei acham-se oráculos; em juízo a sua boca não prevarica. 11 O peso e a balança justos são do Senhor; obra sua são todos os pesos da bolsa. 12 Abominação é para os reis o praticarem a impiedade; porque com justiça se estabelece o trono. 13 Lábios justos são o prazer dos reis; e eles amam aquele que fala coisas retas. 14 O furor do rei é mensageiro da morte; mas o homem sábio o aplacará. 15 Na luz do semblante do rei está a vida; e o seu favor é como a nuvem de chuva serôdia. 16 Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! e quanto mais excelente é escolher o entendimento do que a prata! 17 A estrada dos retos desvia-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua vida. 18 A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda. 19 Melhor é ser humilde de espírito com os mansos, do que repartir o despojo com os soberbos. 20 O que atenta prudentemente para a palavra prosperará; e feliz é aquele que confia no Senhor. 21 O sábio de coração será chamado prudente; e a doçura dos lábios aumenta o saber. 22 O entendimento, para aquele que o possui, é uma fonte de vida, porém a estultícia é o castigo dos insensatos. 23 O coração do sábio instrui a sua boca, e aumenta o saber nos seus lábios. 24 Palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo. 25 Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz � morte. 26 O apetite do trabalhador trabalha por ele, porque a sua fome o incita a isso. 27 O homem vil suscita o mal; e nos seus lábios há como que um fogo ardente. 28 O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos. 29 O homem violento alicia o seu vizinho, e guia-o por um caminho que não é bom. 30 Quando fecha os olhos fá-lo para maquinar perversidades; quando morde os lábios, efetua o mal. 31 Coroa de honra são as cãs, a qual se obtém no caminho da justiça. 32 Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade. 33 A sorte se lança no regaço; mas do Senhor procede toda a disposição dela.
1 Melhor é um bocado seco, e com ele a tranqüilidade, do que a casa cheia de festins, com rixas. 2 O servo prudente dominará sobre o filho que procede indignamente; e entre os irmãos receberá da herança. 3 O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor é que prova os corações. 4 O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna. 5 O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador; o que se alegra da calamidade não ficará impune. 6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais. 7 Não convém ao tolo a fala excelente; quanto menos ao príncipe o lábio mentiroso! 8 Pedra preciosa é a peita aos olhos de quem a oferece; para onde quer que ele se volte, serve-lhe de proveito. 9 O que perdoa a transgressão busca a amizade; mas o que renova a questão, afastam amigos íntimos. 10 Mais profundamente entra a repreensão no prudente, do que cem açoites no insensato. 11 O rebelde não busca senão o mal; portanto um mensageiro cruel será enviado contra ele. 12 Encontre-se o homem com a ursa roubada dos filhotes, mas não com o insensato na sua estultícia. 13 Quanto �quele que torna mal por bem, não se apartará o mal da sua casa. 14 O princípio da contenda é como o soltar de águas represadas; deixa por isso a porfia, antes que haja rixas. 15 O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, são abomináveis ao Senhor, tanto um como o outro. 16 De que serve o preço na mão do tolo para comprar a sabedoria, visto que ele não tem entendimento? 17 O amigo ama em todo o tempo; e para a angústia nasce o irmão. 18 O homem falto de entendimento compromete-se, tornando-se fiador na presença do seu vizinho. 19 O que ama a contenda ama a transgressao; o que faz alta a sua porta busca a ruína. 20 O perverso de coração nunca achará o bem; e o que tem a língua dobre virá a cair no mal. 21 O que gera um tolo, para sua tristeza o faz; e o pai do insensato não se alegrará. 22 O coração alegre serve de bom remédio; mas o espírito abatido seca os ossos. 23 O ímpio recebe do regaço a peita, para perverter as veredas da justiça. 24 O alvo do inteligente é a sabedoria; mas os olhos do insensato estão nas extremidades da terra. 25 O filho insensato é tristeza para seu, pai, e amargura para quem o deu � luz. 26 Não é bom punir ao justo, nem ferir aos nobres por causa da sua retidão. 27 Refreia as suas palavras aquele que possui o conhecimento; e o homem de entendimento é de espírito sereno. 28 Até o tolo, estando calado, é tido por sábio; e o que cerra os seus lábios, por entendido.
1 Aquele que vive isolado busca seu próprio desejo; insurge-se contra a verdadeira sabedoria. 2 O tolo não toma prazer no entendimento, mas tão somente em revelar a sua opinião. 3 Quando vem o ímpio, vem também o desprezo; e com a desonra vem o opróbrio. 4 Aguas profundas são as palavras da boca do homem; e a fonte da sabedoria é um ribeiro que corre. 5 Não é bom ter respeito � pessoa do impio, nem privar o justo do seu direito. 6 Os lábios do tolo entram em contendas, e a sua boca clama por açoites. 7 A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. 8 As palavras do difamador são como bocados doces, que penetram até o íntimo das entranhas. 9 Aquele que é remisso na sua obra é irmão do que é destruidor. 10 Torre forte é o nome do Senhor; para ela corre o justo, e está seguro. 11 Os bens do rico são a sua cidade forte, e como um muro alto na sua imaginação. 12 Antes da ruína eleva-se o coração do homem; e adiante da honra vai a humildade. 13 Responder antes de ouvir, é estultícia e vergonha. 14 O espírito do homem o sustentará na sua enfermidade; mas ao espírito abatido quem o levantará? 15 O coração do entendido adquire conhecimento; e o ouvido dos sábios busca conhecimento; 16 O presente do homem alarga-lhe o caminho, e leva-o � presença dos grandes. 17 O que primeiro começa o seu pleito parece justo; até que vem o outro e o examina. 18 A sorte faz cessar os pleitos, e decide entre os poderosos. 19 um irmão ajudado pelo irmão é como uma cidade fortificada; é forte como os ferrolhos dum castelo. 20 O homem se fartará do fruto da sua boca; dos renovos dos seus lábios se fartará. 21 A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto. 22 Quem encontra uma esposa acha uma coisa boa; e alcança o favor do Senhor. 23 O pobre fala com rogos; mas o rico responde com durezas. 24 O homem que tem muitos amigos, tem-nos para a sua ruína; mas há um amigo que é mais chegado do que um irmão.
California - Do Not Sell My Personal Information  California - CCPA Notice