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Isaías 63; Isaías 64; João 5; João 6
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Isaías 63
1
Quem é este, que vem de Edom, de Bozra, com vestiduras tintas de escarlate? este que é glorioso no seu traje, que marcha na plenitude da sua força? Sou eu, que falo em justiça, poderoso para salvar.
2
Por que está vermelha a tua vestidura, e as tuas vestes como as daquele que pisa no lagar?
3
Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; eu os pisei na minha ira, e os esmaguei no meu furor, e o seu sangue salpicou as minhas vestes, e manchei toda a minha vestidura.
4
Porque o dia da vingança estava no meu coração, e o ano dos meus remidos é chegado.
5
Olhei, mas não havia quem me ajudasse; e admirei-me de não haver quem me sustivesse; pelo que o meu próprio braço me trouxe a vitória; e o meu furor é que me susteve.
6
Pisei os povos na minha ira, e os embriaguei no meu furor; e derramei sobre a terra o seu sangue.
7
Celebrarei as benignidades do Senhor, e os louvores do Senhor, consoante tudo o que o Senhor nos tem concedido, e a grande bondade para com a casa de Israel, bondade que ele lhes tem concedido segundo as suas misericórdias, e segundo a multidão das suas benignidades.
8
Porque dizia: Certamente eles são meu povo, filhos que não procederão com falsidade; assim ele se fez o seu Salvador.
9
Em toda a angústia deles foi ele angustiado, e o anjo da sua presença os salvou; no seu amor, e na sua compaixão ele os remiu; e os tomou, e os carregou todos os dias da antigüidade.
10
Eles, porém, se rebelaram, e contristaram o seu santo EspÃrito; pelo que se lhes tornou em inimigo, e ele mesmo pelejou contra eles.
11
Todavia se lembrou dos dias da antigüidade, de Moisés, e do seu povo, dizendo: Onde está aquele que os fez subir do mar com os pastores do seu rebanho? Onde está o que pôs no meio deles o seu santo EspÃrito?
12
Aquele que fez o seu braço glorioso andar � mão direita de Moisés? que fendeu as águas diante deles, para fazer para si um nome eterno?
13
Aquele que os guiou pelos abismos, como a um cavalo no deserto, de modo que nunca tropeçaram?
14
Como ao gado que desce ao vale, o EspÃrito do Senhor lhes deu descanso; assim guiaste o teu povo, para te fazeres um nome glorioso.
15
Atenta lá dos céus e vê, lá da tua santa e gloriosa habitação; onde estão o teu zelo e as tuas obras poderosas? A ternura do teu coração e as tuas misericórdias para comigo estancaram.
16
Mas tu és nosso Pai, ainda que Abraão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; tu, ó Senhor, és nosso Pai; nosso Redentor desde a antigüidade é o teu nome.
17
Por que, ó Senhor, nos fazes errar dos teus caminhos? Por que endureces o nosso coração, para te não temermos? Faze voltar, por amor dos teus servos, as tribos da tua herança.
18
Só por um pouco de tempo o teu santo povo a possuiu; os nossos adversários pisaram o teu santuário.
19
Somos feitos como aqueles sobre quem tu nunca dominaste, e como os que nunca se chamaram pelo teu nome.
The Almeida Atualizada is in the public domain.
Isaías 64
1
Oh! se fendesses os céus, e descesses, e os montes tremessem � tua presença,
2
como quando o fogo pega em acendalhas, e o fogo faz ferver a água, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, de sorte que � tua presença tremam as nações!
3
Quando fazias coisas terrÃveis, que não esperávamos, descias, e os montes tremiam � tua presença.
4
Porque desde a antigüidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que opera a favor daquele que por ele espera.
5
Tu sais ao encontro daquele que, com alegria, pratica a justiça, daqueles que se lembram de ti nos teus caminhos. Eis que te iraste, porque pecamos; há muito tempo temos estado em pecados; acaso seremos salvos?
6
Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundÃcia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como o vento, nos arrebatam.
7
E não há quem invoque o teu nome, que desperte, e te detenha; pois escondeste de nós o teu rosto e nos consumiste, por causa das nossas iniqüidades.
8
Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos.
9
Não te agastes tanto, ó Senhor, nem perpetuamente te lembres da iniqüidade; olha, pois, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo.
10
As tuas santas cidades se tornaram em deserto, Sião está feita um ermo, Jerusalém uma desolação.
11
A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada a fogo; e todos os nossos lugares aprazÃveis se tornaram em ruÃnas.
12
Acaso conter-te-ás tu ainda sobre estas calamidades, ó Senhor? ficarás calado, e nos afligirás tanto?
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João 5
1
Depois disso havia uma festa dos judeus; e Jesus subiu a Jerusalém.
2
Ora, em Jerusalém, próximo � porta das ovelhas, há um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco alpendres.
3
Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados [esperando o movimento da água.]
4
[Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; então o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.]
5
Achava-se ali um homem que, havia trinta e oito anos, estava enfermo.
6
Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe: Queres ficar são?
7
Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que, ao ser agitada a água, me ponha no tanque; assim, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.
8
Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda.
9
Imediatamente o homem ficou são; e, tomando o seu leito, começou a andar. Ora, aquele dia era sábado.
10
Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lÃcito carregar o leito.
11
Ele, porém, lhes respondeu: Aquele que me curou, esse mesmo me disse: Toma o teu leito e anda.
12
Perguntaram-lhe, pois: Quem é o homem que te disse: Toma o teu leito e anda?
13
Mas o que fora curado não sabia quem era; porque Jesus se retirara, por haver muita gente naquele lugar.
14
Depois Jesus o encontrou no templo, e disse-lhe: Olha, já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior.
15
Retirou-se, então, o homem, e contou aos judeus que era Jesus quem o curara.
16
Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado.
17
Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.
18
Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
19
Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.
20
Porque o Pai ama ao Filho, e mostra-lhe tudo o que ele mesmo faz; e maiores obras do que estas lhe mostrará, para que vos maravilheis.
21
Pois, assim como o Pai levanta os mortos e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida a quem ele quer.
22
Porque o Pai a niguém julga, mas deu ao Filho todo o julgamento,
23
para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.
24
Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juÃzo, mas já passou da morte para a vida.
25
Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.
26
Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter vida em si mesmos;
27
e deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem.
28
Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão:
29
os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juÃzo.
30
Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo; e o meu juÃzo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
31
Se eu der testemunho de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro.
32
Outro é quem dá testemunho de mim; e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro.
33
Vós mandastes mensageiros a João, e ele deu testemunho da verdade;
34
eu, porém, não recebo testemunho de homem; mas digo isto para que sejais salvos.
35
Ele era a lâmpada que ardia e alumiava; e vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz.
36
Mas o testemunho que eu tenho é maior do que o de João; porque as obras que o Pai me deu para realizar, as mesmas obras que faço dão testemunho de mim que o Pai me enviou.
37
E o Pai que me enviou, ele mesmo tem dado testemunho de mim. Vós nunca ouvistes a sua voz, nem vistes a sua forma;
38
e a sua palavra não permanece em vós; porque não credes naquele que ele enviou.
39
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;
40
mas não quereis vir a mim para terdes vida!
41
Eu não recebo glória da parte dos homens;
42
mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus.
43
Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, a esse recebereis.
44
Como podeis crer, vós que recebeis glória uns dos outros e não buscais a glória que vem do único Deus?
45
Não penseis que eu vos hei de acusar perante o Pai. Há um que vos acusa, Moisés, em quem vós esperais.
46
Pois se crêsseis em Moisés, crerÃeis em mim; porque de mim ele escreveu.
47
Mas, se não credes nos escritos, como crereis nas minhas palavras?
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João 6
1
Depois disto partiu Jesus para o outro lado do mar da Galiléia, também chamado de TiberÃades.
2
E seguia-o uma grande multidão, porque via os sinais que operava sobre os enfermos.
3
Subiu, pois, Jesus ao monte e sentou-se ali com seus discÃpulos.
4
Ora, a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima.
5
Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Felipe: Onde compraremos pão, para estes comerem?
6
Mas dizia isto para o experimentar; pois ele bem sabia o que ia fazer.
7
Respondeu-lhe Felipe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pouco.
8
Ao que lhe disse um dos seus discÃpulos, André, irmão de Simão Pedro:
9
Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?
10
Disse Jesus: Fazei reclinar-se o povo. Ora, naquele lugar havia muita relva. Reclinaram-se aÃ, pois, os homens em número de quase cinco mil.
11
Jesus, então, tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos que estavam reclinados; e de igual modo os peixes, quanto eles queriam.
12
E quando estavam saciados, disse aos seus discÃpulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca.
13
Recolheram-nos, pois e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
14
Vendo, pois, aqueles homens o sinal que Jesus operara, diziam: este é verdadeiramente o profeta que havia de vir ao mundo.
15
Percebendo, pois, Jesus que estavam prestes a vir e levá-lo � força para o fazerem rei, tornou a retirar-se para o monte, ele sozinho.
16
Ao cair da tarde, desceram os seus discÃpulos ao mar;
17
e, entrando num barco, atravessavam o mar em direção a Cafarnaum; enquanto isso, escurecera e Jesus ainda não tinha vindo ter com eles;
18
ademais, o mar se empolava, porque soprava forte vento.
19
Tendo, pois, remado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e ficaram atemorizados.
20
Mas ele lhes disse: Sou eu; não temais.
21
Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou � terra para onde iam.
22
No dia seguinte, a multidão que ficara no outro lado do mar, sabendo que não houvera ali senão um barquinho, e que Jesus não embarcara nele com seus discÃpulos, mas que estes tinham ido sós
23
(contudo, outros barquinhos haviam chegado a TiberÃades para perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças);
24
quando, pois, viram que Jesus não estava ali nem os seus discÃpulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus.
25
E, achando-o no outro lado do mar, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?
26
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que me buscais, não porque vistes sinais, mas porque comestes do pão e vos saciastes.
27
Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; pois neste, Deus, o Pai, imprimiu o seu selo.
28
Pergutaram-lhe, pois: Que havemos de fazer para praticarmos as obras de Deus?
29
Jesus lhes respondeu: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.
30
Perguntaram-lhe, então: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos e te creiamos? Que operas tu?
31
Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Do céu deu-lhes pão a comer.
32
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu.
33
Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.
34
Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão.
35
Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais tará sede.
36
Mas como já vos disse, vós me tendes visto, e contudo não credes.
37
Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.
38
Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
39
E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia.
40
Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
41
Murmuravam, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu;
42
e perguntavam: Não é Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz agora: Desci do céu?
43
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
44
Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.
45
Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim.
46
Não que alguém tenha visto o Pai, senão aquele que é vindo de Deus; só ele tem visto o Pai.
47
Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê tem a vida eterna.
48
Eu sou o pão da vida.
49
Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram.
50
Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra.
51
Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.
52
Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a sua carne a comer?
53
Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
54
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
55
Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida.
56
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57
Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.
58
Este é o pão que desceu do céu; não é como o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem comer este pão viverá para sempre.
59
Estas coisas falou Jesus quando ensinava na sinagoga em Cafarnaum.
60
Muitos, pois, dos seus discÃpulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?
61
Mas, sabendo Jesus em si mesmo que murmuravam disto os seus discÃpulos, disse-lhes: Isto vos escandaliza?
62
Que seria, pois, se vÃsseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava?
63
O espÃrito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espÃrito e são vida.
64
Mas há alguns de vós que não crêem. Pois Jesus sabia, desde o princÃpio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar.
65
E continuou: Por isso vos disse que ninguém pode vir a mim, se pelo Pai lhe não for concedido.
66
Por causa disso muitos dos seus discÃpulos voltaram para trás e não andaram mais com ele.
67
Perguntou então Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?
68
Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.
69
E nós já temos crido e bem sabemos que tu és o Santo de Deus.
70
Respondeu-lhes Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? Contudo um de vós é o diabo.
71
Referia-se a Judas, filho de Simão Iscariotes; porque era ele o que o havia de entregar, sendo um dos doze.
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